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Maça

A Maça é uma forma mais aprimorada do porrete, uma arma de mão forte e pesada. Consiste em um cabo de madeira, às vezes reforçado com metal ou placas de metal, com uma cabeça de pedra, cobre, bronze, ferro ou aço. Esta cabeça é geralmente bem saliente e as vezes contém tachões e pontas para ajudar a penetração da armadura e infligir maior dano. Caso a cabeça seja presa por tiras de couro ou uma corrente, a arma é denominada Mangual, e não maça. O tamanho das maças é bem variado.

Históra da Maça

 Pre-história

A maça foi inventada por volta de 12,000 AC e rapidamente tornou-se uma arma importante. Estas primeiras maças de madeira, com pedra sílex ou obsidiana encravadas, tornaram-se menos populares devido ao aprimoramento das armaduras de couro curtido que podiam absorver grande parte do impacto. Algumas maças tinham a cabeça inteira de pedra, mas eram muito mais pesadas e de difícil manejo.A descoberta do cobre e do bronze tornou possivel as primeiras maças de metal.

Antiguidade

Uma das primeiras imagens de maça que se conhece está na Paleta de Narmer. Maças eram muito utilizadas na Idade do Bronze no Oriente Próximo. Muitos povos eram incapazes de produzir as maças com lâminas e reforços de metal, o que as tornou ainda mais populares.

A maça tornou-se mais comum a partir da Idade do Ferro, quando espadas, e machados de ferro eram facilmente fabricados. O Império Romano não usava maças, provavelmente porque eles não precisavam de armas pesadas e de impacto, ou pelo aspecto do estilo de luta romana envolvendo lanças e armas rápidas. Uma maça era mais útil a um guerreiro sozinho do que a unidades de infantaria romana.

fonte: wikimedia

Cónios - Kóni

Ilustração de um guerreiro KoniiOs cónios ou Kóni, ou Konii, eram os habitantes das actuais regiões do Algarve e Baixo Alentejo, no sul de Portugal, em data anterior ao séc. VIII a.C., até serem integrados na Província Romana da Lusitânia. Inicialmente. A origem étnica dos cónios permanece uma incógnita. Para os defensores das teorias linguísticas actualmente aceites, a origem comum na Anatólia ou no Cáucaso das línguas europeias e indianas: ou seja, línguas indo-europeias, os cónios teriam origem celta, proto-celta, ou pré-céltica ibérica. Essas teorias, relativamente recentes, foram aceites com facilidade, em grande parte por aqueles que rejeitavam qualquer ligação dos europeus a África. Estima-se que os cónios eram um povo com mais de 40 tribos.Antes do sec. VIII a.C., a zona de influência cónia, segundo estudo de caracterização paleoetnológico da região, abrangeria muito para além do sul de Portugal. Com efeito, o referido estudo baseando-se em textos da antiguidade grego-romana bem como na toponimia de Coimbra del Barranco, em Murcia, Espanha, e de Conimbriga , propõe que os cónios ocuparam uma região desde o centro de Portugal até ao Algarve e todo o sul de Espanha até Murcia. Em abono desta tese podemos acrescentar o Alto de Conio, e o pico de Conio no municipio de Ronda, na região autónoma da Andaluzia.A cidade principal do país dos cónios era Conistorgis, que em língua cónia, significaria “Cidade Real”, de acordo com Estrabão, que considerava a região celta.

Aparentemente, antes da chegada dos romanos, os cónios eram monoteístas. O deus dos Cónios era Elohim, segundo uma estela que se encontra presentemente no Museu de Évora.O Sudoeste na Idade do Ferro, desde o séc. VI a.C., apresenta um complexo de influências religiosas tartéssicas, gaditanas (bastante helenizadas) e célticas ou pré-celticas, correspondente a uma zona de grandes interacções culturais e movimentos de populações.

Carlos Alberto Castello, os konii seriam povos nativos da península ibérica, discordando das teorias mais aceitas atualmente. Para saber mais sobre os konii acesse o site fcastelo.net/cemal/html - la irá encontrar sobre a escrita, e um pouco mais sobre a história konii. 

fonte: wikipedia
fonte imagem: http://cache02.stormap.sapo.pt/fotostore02/fotos//42/e4/b3/12618_00031p08.gif

Gauleses

O termo gauleses designa um conjunto de populações celtas que habitava a Gália (Gallia, em latim), isto é, o território que corresponde hoje, grosso modo, à França, á Bélgica e à Itália setentrional proto-históricas, provavelmente a partir da Primeira Idade do Ferro (cerca de 800 a.C.) Os gauleses dividiam-se em povos, um total de 44 na época da conquista romana. Formavam a Gália celta e foram incorporados à chamada Gália romana.

Sobre nenhum outro povo bárbaro temos tanta informação como o que nos é dada pelo relato hélico que César dedica aos gauleses.

Convém não esquecer que a nossa visão da Europa bárbara é sempre uma versão em segunda mão, por nos ter sido transmitida pelos textos de gregos e romanos. Não porque os gauleses ignorassem a escrita (segundo o próprio César, conheciam-na), mas não eram partidários da sua utilização, com receio de que lhes enfraquecesse a memória ou de que os inimigos se inteirassem dos seus segredos. O único conhecimento útil para os gauleses era o que estava dentro das pessoas, pelo que a instrução dada aos jovens se baseava na aprendizagem pela memorização

Os gauleses eram um povo divididos em tribos, dos diversos povos celtas, que resistiam as invasões romanas.  Eram místicos e adeptos de banquetes, eram muito valentes e indisciplinados e ficaram conhecidos pelos historiadores como os irredutíveis gauleses, que combatiam a dominação romana á todo custo. Sobre esta resistência, segue um pequeno vídeo tirado do youtube:

Artigo atualizado em22 de maio de 2008
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gauleses 
dojayanosapo.blogs.sapo.pt/arquivo/1059215.html
www.youtube.com

 

Os geógrafos gregos deram o nome de Ibéria, provavelmente derivado do rio Ebro (Iberus), a todas as tribos instaladas na costa sueste, mas que no tempo do historiador grego Herodotus (500 a.C.), é aplicado a todos os povos entre os rios Ebro e Huelva, que estavam provavelmente ligados linguisticamente.

A Península Ibérica é uma península situada no Sudoeste da Europa. Politicamente, podemos localizar nesta península três países, Portugal, Espanha e Andorra, além de um enclave dependente do Reino Unido, Gibraltar.

Formando quase um trapézio, a Península liga-se ao continente europeu pelo istmo constituído pela cordilheira dos Pirenéus, sendo rodeada a Norte, Oeste e parte do Sul pelo oceano Atlântico, e a restante costa sul e leste pelo mar Mediterrâneo. O seu ponto mais ocidental é o Cabo da Roca e o mais oriental o Cabo de Creus.

Com uma altitude média bastante elevada, apresenta predomínio de planaltos rodeados por cadeias de montanhas, e que são atravessados pelos principais rios. Os mais importantes são o rio Tejo, o rio Douro, o rio Guadiana e o rio Guadalquivir, que desaguam no oceano Atlântico, e o rio Ebro, que, por sua vez, desagua no mar Mediterrâneo.As elevações mais importantes são a Cordilheira Cantábrica, no Norte; o Sistema Penibético (serra Nevada) e o Sistema Bético (serra Morena), no Sul; e ainda a Cordilheira Central (serra de Guadarrama), de que a serra da Estrela é o prolongamento ocidental. Densamente povoada no litoral, a Península Ibérica tem fraca densidade populacional nas regiões interiores. Excepção a esta regra é a região de Madrid, densamente povoada.A grande maioria, mais de 95% da genética dos atuais povos da península ibérica é formada pelos antigos povos originários do caucaso: Celtas, Iberos, Lusitanos, Celtiberos, Tartessos, Cónios, e também Visigodos, Suevos, Vândalos e Alanos; cerca de menos de 5% é formada de uma pequena parcela  de povos oriundos das invasões arábes, e povos de diferentes continentes.

fonte wikipedia

O gládio ou Gladius Hispaniensis, era a espada utilizada por muitos dos guerreiros de vários povos da europa. Entre eles os Koni, iberos, celtas, posteriormente o exército romano, que percebeu ser a melhor arma de guerra no corpo a corpo.  Era uma espada curta, de dois gumes, de mais ou menos 60cm, mais larga na extremidade. A gládio era utilizada acompanhada de grandes escudos pelo exército romano, que dava muita destreza e agilidade para perfurar os inimigos, que geralmente utiilzavam espadas e armas grandes, as quais dificultava a agilidade do guerreiro. Era muito mais uma arma de perfuração do que de corte, ou seja, devia ser utilizada como um punhal, ou uma adaga, no combate corpo-a-corpo. Diz-se que era capaz de perfurar a maior parte das armaduras.  Havia variações, os celtiberos a utilizavam, com uma pequena inclinação, ja os romanos a fabricavam sem inclinações, eram retas. A Península Ibérica, no seu conjunto, era chamada de Hispania pelos romanos, dai o nome Gladius Hispaniensis, que era se não a mais poderosa, pelomenos uma das mais poderosas armas utilizadas na antiga europa. 

Imagens da Gladius e suas variações:

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fonte: vikipédia

Grandes Navegações

Até o final do século XV, as terras conhecidas e exploradas pelos europeus eram aquelas que compreendiam o chamado Velho Mundo, abrangendo a própria Europa, parte da Ásia e o norte da África.
A maior parte da África, todo o continente americano e a Oceania, bem como os povos que habitavam essas áreas, eram desconhecidas dos europeus. O aumento do consumo na Europa provocou a necessidade de exploração de outros espaços fornecedores desses produtos, forçando a abertura de novos caminhos, chamados rotas, para a ampliação desse comércio.
Esse fato levou ao desenvolvimento de conhecimentos ligados à navegação, originando instrumentos e barcos preparados para longas travessias.  As grandes navegações e o expansionismo maritimo, com o pioneirismo de Porugal, foram com certeza, um dos mais marcantes acontecimentos na história dos povos.  o expansionismo marítimo possibilitou aos europeus o domínio de várias regiões do mundo durante um longo período.

Os motivos para o expansionismo portugês e depois de toda a europa, foram vários. Haviam motivos econômicos e religiosos, como procurar especiarias e riquezas, e evangelizar os Heréges. Mas nem só de economia se faz a história, havia muitos fervorosos aventureiros portugueses com ambições de conhecer outros povos, outras culturas, outros locais do globo, e dominá-los.  Contribuíram também para as conquistas marítimas os avanços efetuados na técnica de navegação em alto-mar e o aprofundamento dos conhecimentos científicos alcançado pela marinha portuguesa. Após o pioneirismo portugues, vieram espanha, inglaterra, frança, holanda, que também, nos séc. XV e XVI d.c. aventuraram-se para além mar.

Ilustrações de Caravelas
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Funeral viking

Na Escandinávia pré-cristã, existiam duas formas básicas de enterro: os de cremação e os de inumação (sepultamento do corpo). O primeiro tipo abundava principalmente na Noruega, Suécia e Finlândia. As inumações eram mais frequentes na Dinamarca e na ilha sueca de Gotland. Nos dois tipos de enterro, os corpos eram conservados com a roupa do uso cotidiano, e estavam providos com pertences e utensílios. As práticas funerárias, assim como os rituais religiosos, variavam conforme a classe social e a região da Escandinávia. Quanto mais rico o indivíduo, mais elaborado o funeral e maior a quantidade e qualidade dos objetos depositados no jazigo mortuário.

Nas cremações, o corpo que ia ser incinerado era vestido e adornado com jóias e os objetos. A queima era feita em uma grande pira. Os ossos incinerados e as jóias fundidas eram recolhidos. Em outras regiões, as cinzas eram simplesmente espalhadas pelo buraco ou chão. Na Suécia, os restos queimados eram separados e colocados em um recipiente de cerâmica, que era enterrado num buraco e cobertos com um montículo ou demarcados com pedras.

Em sepulturas encontradas recentemente na ilha sueca de Gotland, alguns objetos incomuns foram encontrados. Nas câmaras mortuárias femininas, foram depositados fósseis animais (geralmente cabeças de peixes), interpretadas como amuletos de fertilidade e feminilidade. Nas sepulturas masculinas, abundavam machados feitos de âmbar. Quando um guerreiro Viking morria, realizava-se o ritual do nábjargir: fechava-se os olhos e bocas e as narinas tampadas. Uma anciã, conhecida como o “anjo da morte”, lavava as mãos e o rosto do defunto, penteava seus cabelos e o vestia com suas melhores roupas. Uma das mais famosas descrições de funerais dos escandinavos foi fornecida por outro explorador árabe, Ibn Fadlan (em 922). Quando ele chegou no lugar que ia ser enterrado um chefe dos Rus (Vikings da área do Volga, atual Rússia), viu um formoso navio que havia sido preparado, cercado por uma fogueira. A embarcação estava repleta de armas, cadeiras e camas de madeira trabalhada. O corpo do rei (que estava sendo preparado há 10 dias) foi levado para o interior do navio e colocado num belo leito. Depois, um grande número de cavalos, cães e vacas foram sacrificadas e seus corpos esquartejados foram jogados dentro do navio. A família pergunta às escravas e servos quem deseja se unir ao morto, e uma mulher aceita. Ela é preparada e lavada e participa de festas e bebidas. Em uma tenda armada próxima ao funeral, a escrava escolhida teve relações sexuais com vários guerreiros presentes. No navio, ela é estrangulada por dois homens, enquanto a mulher conhecida por “anjo da morte” fura suas costelas com uma adaga. Um parente do morto sai da multidão e ateia fogo na madeira, incendiando todo o conjunto fúnebre. Após tudo ter se tornado cinza, uma estaca com inscrições rúnicas escreve o nome do homem morto.

fonte: http://www.ljosalfaheim.org/valholl/costumes_funerais.htm

A economia era baseada na agicultura, a atividade pastoril de ovelhas e cabras ajudava a matar a fome nos tempos de colehitas ruins.  A pesca era uma atividade frequente, juntamente com caçadas para adquirir carne para alimento, e pele de animais para vestuário.

Apartir do sec. III a.c. começaram a circular na península entre o povo Ibero, as moedas, copiadas do sistema de moedas dos gregos e cartagneses. A escrita das tribos iberas continua uma incógnita, apesar de várias achados sobre a escrita das tribos, que desenvolveram uma escrita própria, diferentes no ocidente e em merdional da pénínsula, provavelmente derivadas da escrita dos gregos.

As tribos cultuavam a fertilidade da terra, faziam oferendas, colocando ovos ao redor de suas tendas para invocar a fecundidade para sua tribo. Era normal terem pequenos moinhos manuais em suas casas, onde se moia geralmente sereais como o trigo.

As atividades de campo e o cuidado com o rebanho eram essenciais, pois garantiam o sustento da tribo. Outras atidades também ocupavam o tempo dos iberos, como a produção de tecidos, e de alimentos como o azeite, o vinho e cereais.

fonte: http://guerrerosdeeuropa.blogcindario.com/2006/04/00018-iberos-cultura.html

Esparta

 Esparta juntamente com Atenas eram as principais cidades da grécia. Esparta destacou-se na área militar, empenhando muitas batalhas e saindo vitoriosos. Eram guerreiros ferozes e honrrados. A partir do destaque das cidades da Grécia, é que se da o marco para a evolução da civilixação do ocidente.O poder militar de Esparta foi extremamente importante nas Guerras Púnicas (contra os persas). Uniu-se a Atenas e outras cidades para impedir a invasão do inimigo comum. O exército espartano foi fundamental na defesa terrestre (Atenas fez a defesa marítima) durante as batalhas. Após as Guerras Púnicas, a luta pela hegemonia no território grego colocou Atenas e Esparta em posições contrárias. De 431 a 404, ocorreu a Guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta, que foi vencida pelos espartanos.O princípio da educação espartana era formar bons soldados para abastecer o exército. Com sete anos de idade o menino esparcíata era enviado pelos pais ao exército. Começava a vida de preparação militar com muitos exercícios físicos e treinamento. Com 30 anos ele se tornava um oficial e ganhava os direitos políticos. A menina espartana também passava por treinamento militar e muita atividade física para ficar saudável e gerar filhos fortes para o exército.

fonte: sua pesquisa

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A Grécia e o Boxe

O boxe é um dos esportes mais antigos do mundo, remontando à época das olimpíadas da Grécia, por volta do ano 800 a.c. Denominado em seus primórdios de pugilato, os seus lutadores usavam mãos envoltas em correias de couro e tinham os corpos inteiramente nus. Os vencedores dos confrontos ganhavam uma coroa de oliveira selvagem e grande prestigio em toda Grécia antiga. Com o declínio dos Jogos Pan-Helênicos, o pugilato viveu um período obscuro. Na Idade Média muito pouco se conhece, mas no final da Idade Moderna, o pugilato, agora já conhecido por boxe, era praticado pelos homens mais valentes das cidades européias e americanas que se digladiavam mostrando sua coragem, força e resistência física em troca de remuneração a qual poderia ser em moeda corrente ou mercadoria, esta última forma era a mais comum.Não existia número máximo de rounds, os lutadores utilizavam mãos nuas e os combates eram desprovidos de quaisquer regras. A violência era a tônica e a vitória era dada àquele que resistia em pé enquanto seu adversário estava prostrado ao chão.Entretanto o nobre inglês Marques de Queensbury, entusiasta do boxe resolveu dar-lhe determinadas regras tornando-o mais justo, equilibrado e menos violento. Esta é a razão do boxe ter a alcunha de Nobre Arte. O uso de luvas, divisão de pesos, limitação de rounds, foram criados e então o boxe passou a ser considerado pelo mundo ocidental como um verdadeiro esporte. A primeira luta legalizada de boxe profissional ocorreu em 7 de fevereiro de 1882, nos Estados Unidos. Em 1896, data dos primeiros Jogos Olímpicos do mundo moderno, o boxe foi incluído, tendo passado então a ser qualificado como Amador, surgindo assim o boxe amador, possuindo regras substancialmente diferentes daquelas do boxe profissional.

No Brasil, surgiu o interesse pelo boxe em 1918, quando alguns marinheiros franceses fizeram algumas exibições em São Paulo.Estudiosos do boxe tem procurado ao longo dos anos inová-lo, tornando-o mais seguro para os seus praticantes, preservando a emoção que é peculiar tanto ao boxe amador quanto ao profissional.

fonte: história boxe

Suevos

Os Suevos eram um dos povos Germanos oriundo da região entre os rios Elba e Oder. O historiador romano Tácito chegou a referir-se a todos os Germanos de além-Elba como «Suevos». Mais tarde, e com outras tribos de diferentes etnias, participam na fundação da Suábia no sul da Alemanha.

Os suevos, povos germânicos, conhecidos também por bárbaros, chegam à Península Ibérica em 409, juntamente com outros invasores germânicos – Vândalos, Alanos e mais tarde os Visigodos – afluem ao sul dos Pirenéus e fundam um reino, com capital em Bracara Augusta, o qual, na sua máxima extensão, englobava a totalidade da província da Galécia e a parte norte da Lusitânia, até ao Tejo. O território mais a sul foi ocupado pelos Visigodos. Os Suevos instalaram-se principalmente em torno de cidades como Bracara Augusta (Braga), Portus Cale (Porto), Lucus Augusta (Lugo) e Asturica (Astorga).

A população urbana da Galécia era já predominantemente católica. A cidade de Braga como capital do reino Suevo e sede episcopal ganha grande importância, a qual ainda hoje é visível no carácter metropolita da sua Sé, primaz entre as dioceses do Noroeste peninsular.

Segundo Dan Stanislawski, o modo de vida dos portugueses da região nortenha foi herdado dos suevos, principalmente por predominarem as pequenas propriedades rurais contráriamente à região sul de Portugal onde predomina o grande latifúndio. Aos suevos também se atribui a introdução do arado quadrado na península .

Cerca do ano de 417, com os povos Alanos, também Germânicos, no local ocupado pelos suevos, estes delocam-se até à margem direita do rio Douro, onde hoje se situa a cidade do Porto. Hermenerico I, o rei Suevo, estendeu os muros do castelo, que fundara no morro da Pena Ventosa (onde actualmente se ergue a Sé), edificando à sua volta casas para as tropas. A este burgo foi dado o nome de Cale Castrum Novum (castelo novo de Cale) adquirindo a denominação de civitas. Ao fundo desse morro existia o Portus Cale (porto de Cale, actual Ribeira), que deu origem ao nome Portucale, nome esse dado ao castelo novo, e que ficaria a designar a cidade a partir dos finais do século IV. O castelo antigo ficava do outro lado do rio Douro, no local de Vila Nova de Gaia, posto de defesa avançado de Cale. Ambos os castelos figuram, há séculos, nas armas da cidade do Porto, tendo ao centro a imagem da Virgem Maria, protectora desde sempre do burgo, razão pela qual também é conhecida pela “cidade da Virgem”.
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Fontes:
http://tiosam.com/?q=Suevos#Os_Suevos_e_a_cidade_do_Porto
http://tiosam.com/?q=Suevos#A_heran.C3.A7a_dos_Suevos_em_Portugal

Visigodos

Os visigodos eram um segmento germânico do lado oeste dos povos godos. Godos do leste europeu e os visigodos que viviam entre os rios Danúbio e Dniéster pertenciam às mesmas etnias. O possível significado do nome visigodo quer dizer “Godos do Oeste”. Nos anos seguintes, o rei Ataúlfo estabeleceu-se com seu povo no sul da Gália e na Hispânia e, em 418, firmou com o imperador Constâncio um tratado pelo qual os visigodos se fixavam como federados na província de Aquitania Secunda, na Gália. A monarquia visigoda consolidou-se com Teodorico I, que enfrentou os hunos de Átila na batalha dos Campos Catalâunicos. Em 475, Eurico declarou-se monarca independente do Reino Visigodo de Toulouse, que incluía a maior parte da Gália Aquitânia e a Hispânia. Seu reinado foi extremamente benéfico para o povo visigodo: além da obra política e militar, Eurico cumpriu uma monumental tarefa legislativa ao reunir as leis dos visigodos, pela primeira vez, no Código de Eurico, conservado num palimpsesto em Paris.

inicialmente sob o domínio dos ostrogodos da Itália, mas logo tornou-se independente. Para conquistar o domínio da Península Ibérica, os visigodos enfrentaram suevos, alanos e vândalos, povos bárbaros e também germânicos que haviam ocupado o país antes de sua chegada. A unificação quase se concretizou durante o reinado de Leovigildo, mas ficou comprometida pelo problema religioso: os visigodos professavam o arianismo e a península havia se unificao no catolicismo, por influência de Roma.. O próprio filho de Leovigildo, Hermenegildo, chegou a sublevar-se contra o pai, depois de converter-se ao Catolicismo. Mas esse obstáculo para a fusão resolveu-se em 589, ano em que o rei Recaredo I proclamou o Catolicismo religião oficial da Hispânia visigótica. Em 585 os Visigodos conquistam o reino dos Suevos, localisado na Galiza e no Norte de Portugal anexando assim o resto da Península Ibérica que passaria a ser a região da Visigotia. O reino visigodo durou até 711.

Os visigodos criaram formas artísticas originais, como o arco de ferradura e a planta cruciforme das igrejas, e realizaram um importante trabalho de compilação cultural e jurídica. Figuras como santo Isidoro de Sevilha, ou obras jurídicas como o Código de Eurico, a Lex romana visigothorum e o Liber judiciorum, código visigótico que forneceu as bases da estrutura jurídica medieval na Península Ibérica, expressam o grau de desenvolvimento cultural que o reino visigodo alcançou.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/visigodos  
http://pt.wikipedia.org/wiki/visigotia 

 

 

Os Iberos eram os habitantes originais da Europa ocidental e os criadores da grande cultura megalítica que teve início em Portugal, no fim do VI milénio a.C., e se espalhou pela península Ibérica, França, Inglaterra, Irlanda e Dinamarca, até meados do II milénio a. C. Essa teoria está apoiada em evidências arqueológicas, genéticas e linguísticas. A ser verdade esta teoria, os Iberos teriam sido o mesmo povo dominado pelos Celtas no primeiro milénio a.C., na Irlanda, Grã-Bretanha e em França. A própria Enciclopédia Britânica define os ingleses como descendentes dos Iberos e dos Celtas. Os Iberos eram povos indo-europeus, morenos, dolicocéfalos, e de baixa estatura.   

Os Iberos eram um povo pré-histórico que vivia no Sul e no Este do território que mais tarde tomou o nome de Península Ibérica. As ondas de emigração de povos Célticos que desde o século VIII até ao século VI a. C. entraram em massa no noroeste e zona centro da actual Espanha, penetraram também em Portugal e Galiza, mas deixaram intactos os povos indígenas da Idade do Bronze Ibérica no Sul e Este da península.   

Os geógrafos gregos deram o nome de Ibéria, provavelmente derivado do rio Ebro (Iberus), a todas as tribos instaladas na costa sueste, mas que no tempo do historiador grego Herodotus (500 a.C.), é aplicado a todos os povos entre os rios Ebro e Huelva, que estavam provavelmente ligados linguisticamente e cuja cultura era distinta dos povos do Norte e do Oeste. Havia no entanto áreas intermédias entre os povos Célticos e Iberos, como as tribos Celtiberas do noroeste da Meseta Central e na Catalunha e Aragão.

O indício mais direto da estrutura social do povo ibero é o túmulo extenso. Freqüentemente com mais de 60 metros de comprimento, essas sepulturas provam a existência de bem mais definidas divisões de classes que se supõe. Deve ter havido, chefes ou nobres, pessoas importantes e respeitadas, as quais, tinham privilégios, até mesmo em seu funeral, e enterro.
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Fontes:
http://www.historialago.com/leg_iber_01025_guerreros_01.htm
http://br.geocities.com/sitetresmundos/iberos.HTM                                                                                                                

 Os vikings se deslocavam procurando novas terras, chegaram então, a Península Ibérica. Os Alanos, vândalos e Suevos.   Apenas os Suevos se organizaram politicamente. Organizaram um reino que abrangia a Galiza e tinha capital em Braga; o reino alargou-se depois para o sul do Douro.   Este grupos de bárbaros não parecem ter sido numerosos; ainda assim, subjugaram as províncias romanas com grande rapidez e, depois de instalados, não encontraram grandes resistências por parte das populações, fato que se relaciona com as condições sociais dos últimos tempos do Império Romano.    Com as invasões desapareceram todos os quadros do Estado, mas manteve-se de pé a organização eclesiástica. A maior parte da população hispano-romana era cristã e o território estava dividido em paróquias. Ainda no século V, os Suevos aceitaram a nova religião, que mais tarde seria também adotada pelos Visigodos.

  Fonte: site wikipedia

  

Povos celtas

Os Celtas eram um povo (ou grupo de povos) da família linguística indo-européia, que se espalhou pela maior parte da Europa, tendo maioria populacional no norte da Europa ocidental, até o advento do Império Romano. Durante o primeiro milenio antes de cristo os Celtas dominaram desde oeste até o centro da europa, e transmitiram seu idioma, costumes e religião a outros povos destas regiões. Ocuparam a maior parte do continente europeu, desde a Península Ibérica até a Anatólia. Muitos são os estudiosos que afirmam ser território dos celtas onde hoje situa-se a Espanha até o mar do norte e das ilhas britanicas até o bajo Danúbio.  

O nome genérico referindo-se as tribos celtas aparece pela primeira vez nos documentos escritos por romanos, que os intitula de Celtae (derivado de keltoi, denominação que Heródoto e outros escritores gregos deram a este povo). A língua falada pelas tribos celtas é de origem indo-européia, da mesma família que seus visinhos itálicos, helênicos e germanos.

Os celtas normalmente estão associados a idade do ferro na Europa, o que compreendia os anos de 1.300 a 800 antes de cristo, podendo outros historiadores afirmar que são mais antigos.

Existiam diversos grupos celtas compostos de várias tribos, a primeira delas é conhecida por Asturias, além de outras como os Bretões, os Gauleses, os Escotos, os Eburões, os Batavos, os Belgas, os Gálatas, os Trinovantes, entre outros. Muitos destes grupos deram origem aos nomes das províncias romanas na Europa que mais tarde batizaram alguns dos estados-nações medievais e modernos da Europa.  

A sociedade celta se baseava na agricultura e atividade pastoril. Os celtas erguiam fortificações nas colinas para sua defesa, com fossos e muralhas. A unidade social celta era a tribo, estratificada na nobreza, dirigentes de cada tribo, os agricultores livres que também eram guerreiros, artesãos, trabalhadores manuais, tinha também as pessoas não livres e escravos, e tinha a classe instruida a qual pertenciam os druidas. Nos primordios os reis conduziam as tribus, o que parece ter permanecido na Grã bretanha até a ocupação romana. Nas partes da europa com maior influência do mundo clássico os reis foram substituidos por magistrados.

Os históriadores e conquistadores gregos e romanos descrvem os celtas como romanticos, violentos, e que apreciavam beber e contar histórias. Júlio César por exemplo, conta que os guerreiros celtas eram muito orgulhosos de suas batalhas, e que para aterrozirar seus inimigos costumavam pintar-se com uma tinta vegetal de cor azul. Os celtas também se sobresairam na metalurgia, e tinham muita habilidade artistica, pintavam e desenhavam em seus escudos e em objeos para montaria.

A Irlanda é país em que melhor se preservaram as tradições de origem celta. Outras regiões européias que também se identificam com a cultura celta são o País de Gales (uma entidade subnacional do Reino Unido). A Cornualha (Reino Unido), a Bretanha (França), o norte de Portugal e a Galiza também são regiões onde resquícios das línguas e costumes celtas são encontrados até hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:
wikopéia

http://www.libreopinion.com/historia_celta/historia.html
 

Celtíberos

   Os celtiberos são o povo que resultou, segundo alguns autores, da fusão das culturas do povo Céltico e a do povo Ibero, nativo da Península Ibérica. Habitavam a Península Ibérica, nas regiões montanhosas onde nascem os rios Douro, Tejo e Guadiana, desde o século VI a.C.. Não há, contudo, unanimidade quanto à origem destes povos entre os historiadores. Para outros autores, tratar-se-ia de um povo Celta que adaptou costumes e tradições iberas. Estavam organizados em gens, uma espécie de clã familiar que ligava as tribos, embora cada uma destas fosse autónoma, numa espécie de federação. Esta organização social e a sua natural belicosidade, permitiram a estes povos resistir tenazmente aos invasores e inimigos.     

   O contacto de certas tribos de Celtas com os iberos conduziu à assimilação de elementos mediterrânicos, que se reflecte no conceito de Celtibero e a sua diferenciação material com outras culturas célticas, ainda que se mantivesse a língua e organização sócio-ideológica das elites guerreiras. Estas elites “celtizadas” foram generalizando-se no Ocidente, notabilizando-se em povos como os Vetões, Lusitanos e Galaicos.
   Para alguns pesquisadores, Celtíberos era como os romanos se referiam aos celtas hispânicos,  sendo um termo restritivo, aos celtas habitantes da península ibérica, referindo-se aos que povoavam as terras altas entre o Sistema Ibérico e a Meseta, os quais enfrentaram Roma mais arduamente. A chave esconde-se na identificação e diferenciação arqueológica dos povos célticos para assim, se poder encontrar a sua origem, a sua evolução e a sua personalidade própria.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Celtiberos
http://www.probranco.org/index.php?s=txt_read&cat=5&p=2&ordem=1&id=101

 

Lusitânia

   Estrabão descreveu a Lusitânia pré-romana desde o Tejo à costa cantábrica, tendo a Ocidente o Atlântico e a Oriente as terras de tribos célticas. Quando em 29 a.C. foi criada por Augusto a província Lusitânia, o limite ao norte passou a ser o Douro e ao sul ultrapassou o Tejo, anexando grande parte da Extremadura, Alentejo e Algarve; e a oriente ocupou parte das terras dos célticos.  Lusitânia, território ancestral onde hoje é Portugal.Ali viviam os Lusitanos,antepassados dos Portugueses. O centro da Lusitânia era o território conhecido por Beira Interior (Beira Alta e Beira Baixa)e o seu coração e maior fortaleza era a actual Serra da Estrela.Foi nesta serra que nasceu Viriato,a primeira grande figura da nacionalidade lusa   Em 446 a.C., mais ou menos, tem-se a chegada dos Celtas à Península Ibérica, sendo portanto, um dos povos formadores do povo lusitano.

   Em 218 a.c., tem-se o começo dos ataques do império romano no território dos lusiânos, o que perduraria por muitos anos, cheio de conflitos armados entre ambos. As baixas dos soldados romanos foram grande, e o grande herói da resistência lusitania foi Viriato, o primeiro grande herói português.
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Fontes:
http://groups.msn.com/smkq6tklbkrpsggg511l6n9287/lusitnia.msnw

A vestimenta dos guerreiros não era igual, havia diferentes maneiras de vestirem-se. Os guerreiros da infantaria eram armados com uma lança, totalmente de ferro, e com o tamanho de um homem; segundo ilustrações de Peter Connolly, alguns usavam capacetes, e alguns destes capacetes tinham uma tira de cavalo ao meio, que tingiam da cor vermelha. Os guerreiros Iberos participarem como tropas auxiliares,  das tropas do Romano Júlio César. Os guerreiros iberos, especialmente da infantaria pesada, eram muito conhecidos e temidos, na antiguidade, por sua mortifera destreza. Os romanos confiavam nos iberos, pois sabiam que os guerreiros cumpririam sua missão até o final, custasse o que custasse. Alguns guerreiros, segundo Angus Mcbride, utilizavam uma pequena “armadura” no peito, com uma cabeça de lince desenhada. Lince era um felino originário das regiões da península Ibérica.      

Nas tumbas achadas dos antigos guerreiros iberos, suas armas escontranse inutilizadas, pois iam para tumba com os guerreiros. Cada guerreiro tinha sua arma fabricada para si, e ninguém mais a utilizaria; o vínculo que unia o guerreiro a suas armas era mais importante que sua própria vida! por isso preferiam morrer do que renderse e entregar suas próprias armas. 

Os guerreiros Iberos tinham uma formação em linha, ofensiva, que mais tarde foi copiada pelo exército romano, após a I Guerra Púnica. Em formação, os Iberos atacavam ao atirar a lança feita para perfurar até mesmo o escudo do inimigo, ao combate corpo a corpo defendiam-se com escudos celtas, e utilizavam espada golpeando perpendicularmente ao corpo.
A espada utilizada pelos guerreiros iberos era do tipo Gladius hispaniensis y pugio según un dibujo. A Gladius Hispaniensis foi a arma mais mortifera da antiguidade, e só perdeu esta posição após o aparecimento da pólvora. A e Gladius Hispaniensis tinha o tamanho de acordo com o tamanho do braço do guerreiro, era fabricada por um mineral de ferro de altissíma pureza, e ra admirada em todo o mediterrâneo. Os gregos levaram-na para a Grécia onde teve grande aceitação, sendo a segunda arma mais utilizada na Grécia, perdendo apenas para a espada de hoplita.
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Fontes:
http://www.historialago.com/leg_iber_01025_guerreros_01.htm